Curiosidades numa caminhada em Itajaí...

Já faz alguns dias, fazendo o percurso de ida entre o apartamento da Miróca (no bairro Dom Bosco) e a Univali, alguns fatos me fizeram elocubrar sobre um possível post.
O primeiro fato: Perto do apartamento, existem três cavalos que, geralmente, ficam pelos terrenos baldios da redondeza. Um deles – este mesmo, da fotinho – estava no meio da rua, tranqüilo, sossegado. De repente, uma van escolar pára bruscamente na frente do eqüino. O motorista põe a cabeça para fora e solta um sonoro berro:
Eeiiiix. És um cavalo ou és um burro? Não tá vendo que tu tá no meio da rua, rapaz?
O pobre bicho ficou quase estático. Deu uma olhada ao seu redor. Com desdenho, eu acho. E deu apenas um passo ao lado. Permanecendo ali, no meio da rua. A van seguiu viagem. Assisti a cena - estava a menos de 50 metros do ocorrido - e não pude resistir. Fiz a foto. Enquanto registrava a imagem do quadrúpede fiz a pergunta: E aí cara? Afinal, és um cavalo, um burro ou um rapaz? Sei lá. Acho que ele entrou em crise existencial.


O segundo fato: Numa das esquinas, uma placa de logradouro público me chamou a atenção. Nela, expedicionário escrito com “S”. E - de novo - o dedinho coçou. Cliquei. É um bem público. Não deveria haver erros. E em Itajaí é fácil ouvir a pronúncia das palavras com a sonoridade puxada para o “X”. Se o camarada escrevesse como ele fala ficaria certo: táix tolo nego?


O terceiro: Duas esquinas à frente me deparei com outra imagem: 50 metros finais de um dos lados da rua não receberam a camada asfáltica. O nome da rua é Jacob Ardigó, mais conhecida como “rua da vala”. O que leva uma prefeitura a não executar a totalidade da obra? Por que deixar menos de 50 metros de um dos lados da rua sem asfalto? E a mania – do clique – continua...


Acho que a dúvida do cavalo é mais simples de resolver.

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